Campeões do Rio Open: Curiosidades que você (provavelmente) não sabe

10.Jul.2018

Todo tenista tem seus segredos, não é mesmo? O Rafael Nadal, por exemplo, precisa sempre colocar suas garrafinhas de água e energético na mesma posição na frente do banco, sem contar o ritual antes de sacar. Mas nós estamos aqui para contar o que você (provavelmente) ainda não sabe. Confira algumas curiosidades sobre os campeões do Rio Open:


Rafael Nadal - ESP (2014)
O ídolo espanhol dá um nó na cabeça dos rivais com seus golpes de canhoto, mas, por incrível que pareça, ele não é 100% canhoto. Nadal, na verdade, é um ambidestro, que usa o lado direito para escrever, por exemplo, e o esquerdo para outras atividades, como jogar tênis ou futebol. Quando criança, Nadal conseguia bater bem dos dois lados, mas o seu tio e ex-técnico Toni Nadal o incentivou a apostar na mão esquerda para que ele pudesse surpreender mais os rivais, acostumados a enfrentar destros. Quando vemos o efeito que a bola dele tem no backhand (esquerda) dos adversários, fica bem claro que Toni estava certo.

David Ferrer (2015)
Dos jogadores que estão em atividade, o espanhol é o quinto com mais títulos de ATP (27). Ferrer só fica atrás do Big 4, o quarteto fantástico formado por Roger Federer (99), Rafael Nadal (79), Novak Djokovic (68) e Andy Murray (45). Que venham muitos outros títulos!

Pablo Cuevas (2016)
O campeão da terceira edição do Rio Open tem duas nacionalidades. Filho de mãe uruguaia e pai argentino, Cuevas nasceu e passou a infância em Concordia, cidade argentina, mas treinava em Salto, no Uruguai. Entre os dois municípios, havia o Rio Uruguai. E o que Cuevas fazia? Atravessava o rio de canoa para ir e voltar dos treinos! No entanto, Cuevas nunca teve dúvida sobre qual país representaria no tênis. "Sempre fui uruguaio", ele disse.

Dominic Thiem (2017)
O vencedor da quarta edição do Rio Open é tão fã de futebol, que até fundou seu próprio time! O TFC é formado por jogadores do mundo inteiro que também seguem outras carreiras. Thiem criou o time para "cultivar amizades e fomentar valores como tolerância, solidariedade, disciplina, trabalho em equipe e camaradagem".

Diego Schwartzman (2018)
Na época em que estava tentando se firmar como tenista, Schwartzman e sua família vendiam pulseiras de borracha com nomes e escudos de times de futebol para pagar as despesas de viagem e equipamentos do argentino. Um dos motivos que fazem de Schwartzman, apesar do 1,70m de altura, um gigante.

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