A preocupação com a sustentabilidade sempre esteve presente no Rio Open apresentado pela Claro, maior evento de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil. E, para a sétima edição que começa no próximo dia 15, o Rio Open Green, plano de iniciativas verdes do torneio, chega para marcar um novo ciclo da competição. A organização estruturou iniciativas importantes e, com a ajuda de uma consultoria especializada, irá neutralizar os impactos ambientais gerados pelo evento. Além de aumentar a atuação social e conscientizar todos os envolvidos com o Rio Open sobre a responsabilidade de cada um para um futuro mais sustentável.

“Esse é um movimento inédito e muito importante para o Rio Open. Desde a primeira edição que nos preocupamos com a questão sustentável e, agora, estruturamos no nosso Plano de Iniciativas Verdes para deixar ainda mais claro para o público e nossos parceiros todas as atividades que estamos preparando neste sentido”, afirma Marcia Casz, diretora geral do torneio.

Em uma iniciativa da ENGIE, as emissões estimadas em cerca de 1.080 toneladas de CO2 do Rio Open, serão compensadas com créditos de carbono cedidos pela Usina Hidrelétrica Jirau – Sociedade de Propósito Específico que tem como acionistas a ENGIE (40%), Eletrobras Eletrosul (20%), Eletrobras Chesf (20%) e Mizha Participações S.A. (20%). Ao final do evento será feito o balanço final das emissões, chegando ao número efetivo da quantidade de CO2 a ser compensada. Incluindo todas as fontes relativas ao torneio em si, desde a montagem até a desmontagem, além de emissões com deslocamento de atletas e equipe técnica, bem como o consumo adicional da energia elétrica pelo Jockey Club Brasileiro durante o Rio Open.

O Rio Open também irá gerenciar os resíduos através de três etapas: redução, reciclagem e reutilização. Alguns exemplos de redução são os copos reutilizáveis disponíveis nos bares e sacolas 100% ecológicas para os produtos adquiridos na La Boutique. Na reciclagem, serão implementadas algumas ações como a destinação de resíduos orgânicos para compostagem e a de recicláveis para cooperativas de catadores licenciada, utilização de coletores específicos para resíduos orgânicos e óleo de cozinha, uso de materiais recicláveis como papel e suprimentos dos banheiros e treinamento para as equipes, por exemplo.

Na reutilização de materiais o Rio Open irá produzir, durante o torneio, pulseiras feitas com as cordas das raquetes utilizadas nas competições e que estará à venda na loja de produtos oficiais, a La Boutique. A organização do evento também irá destinar lonas para uso de cooperativas parceiras, tampinhas de garrafas para serem trocadas por cadeiras de rodas e irá doar bolas, raquetes e sobras de uniformes para projetos sociais. O evento prepara uma campanha com o público do Rio Open para arrecadar raquetes para projetos sociais, além de conscientizar e estimular os patrocinadores e parceiros do evento sobre as iniciativas sustentáveis.

O plano completo do Rio Open Green pode ser acessado aqui.

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