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Quando e onde será o Rio Open? O Rio Open 2020 irá acontecer entre os dias 15 e 23 de fevereiro de 2019, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. Endereço: Rua Mario Ribeiro, 410 - Lagoa - Rio de Janeiro RJ. Quais jogadores participarão? Temos cinco jogadores confirmados para a chave de simples: Dominic Thiem (AUT, número 4 do mundo), Matteo Berrettini (ITA, número 8 do mundo), Diego Schwartzman (ARG, número 14 do ranking), Borna Coric (CRO, número 28 do mundo) e o brasileiro Felipe Meligeni, vencedor da Maria Esther Bueno Cup. A lista completa de jogadores será revelada em janeiro, quando as inscrições na ATP se encerrarem. Como comprar ingressos? Quais os valores? Os ingressos estarão à venda em tudus.com.br/rioopen. Veja a tabela de preços: Quais são os horários do torneio? A edição de 2020 do Rio Open apresentado pela Claro segue com os horários de 2019. De segunda-feira a quinta-feira, serão duas sessões: Sessão 1 com início às 16h30, e Sessão Noite, 19h. Já de sexta-feira a domingo, o torneio terá sessão única. A primeira sessão será composta pelo 1º jogo da Quadra Central e mais todos os jogos das quadras externas. A segunda sessão será formada pelos jogos que começam a partir de 19h na Quadra Central, além dos jogos nas quadras externas. Vale destacar que qualquer ingresso dá acesso ao complexo que será montado no Jockey Club Brasileiro, não importa a sessão. Quantos ingressos posso comprar? Até 22 ingressos no total e até 4 ingressos por sessão para cada CPF. Quais são as formas de pagamento? Somente cartão de crédito expedidos no Brasil. Bandeiras: Visa, Mastercard, Elo e Diners. Parcelamento em até 4 (quatro)

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Luz, Reis, Meligeni e Pucinelli decidem nesta sexta as outras 2 vagas. Jogos acontecem a partir das 18h na Sociedade Harmonia de Tênis Depois de um dia sem partidas por conta da chuva, os tenistas voltaram a disputar nesta quinta-feira vaga na chave principal do Rio Open 2020, oferecida ao campeão da Maria Esther Bueno Cup. O vice-campeão ganha vaga no qualifying do ATP 500, em fevereiro, no Rio de Janeiro. Além de Dominic Thiem, 4o da ATP e Borna Coric, hoje foi confirmada a presença no maior torneio de tênis da América do Sul, do Diego Schwartzman, argentino 14o do mundo. Com o objetivo de incentivar a nova geração do tênis nacional, a Maria Esther Bueno Cup reúne oito tenistas brasileiros até 23 anos na Sociedade Harmonia de tênis, clube onde a maior tenista do país foi criada. Divididos em dois grupos de quatro, onde todos jogam entre si, os dois melhores de cada grupo fazem a semifinal no sábado e a final, no domingo. Thiago Wild, atual campeão e Rafael Matos, vice-campeão de 2018 garantiram, antecipadamente, duas vagas na semifinal. "Foi uma ótima exibição, joguei muito bem, sólido, seguro. Boa partida para deslanchar no torneio e seguir firme para a semifinal. Mais um passo rumo a vaga no Rio open", comentou Wild. Ele venceu Felipe Meligeni por 6/3 e 6/3, somando duas vitórias no Grupo Alcides Procopio, enquanto Meligeni ficou com uma vitória e uma derrota. Matheus Pucinelli está também com uma vitória, a de hoje sobre Gilbert Klier Jr por 6/3 6/0 e uma derrota, justamente para Wild. O confronto direto entre os dois definirá a segunda vaga do grupo. “Foi um jogo muito bom desde o

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Nova geração entra em quadra a partir das 18 horas, em São PauloA segunda edição da Maria Esther Bueno Cup começa nesta terça-feira, na Sociedade Harmonia de Tênis, com a participação da nova safra de jogadores brasileiros até 23 anos. Realizada em homenagem à tenista brasileira e uma das maiores da história do esporte mundial, campeã de 19 Grand Slams, e disputada em seu clube e cidade natal, a MEB Cup é uma iniciativa do Rio Open para incentivar a nova geração do tênis nacional, dando ao campeão a chance de disputar a chave principal de um ATP 500 e ao vice, uma vaga no qualifying. O Rio Open acontece entre 15 e 23 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, e já tem o número 5 do mundo, o austríaco Dominic Thiem, o argentino Diego Schwartzman e o croata Borna Coric, a novidade do torneio e integrante da nova geração do tênis, confirmados em seu line-up. “Além do incentivo que o Rio Open oferece ao premiar o campeão com convite na chave, também propiciamos mais uma competição, uma oportunidade por mérito deles, de estar em quadra mostrando seu talento. Esta é uma das melhores gerações do tênis brasileiro dos últimos tempos, com um grande volume de tenistas em condições de chegar ao top 100. E os números comprovam isso", disse Luiz Carvalho, diretor do torneio. "Todos eles tiveram uma ótima evolução no ranking de 2018 até agora, principalmente o Klier, que subiu mais de 900 posições e o Thiago Wild, que conquistou o primeiro Challenger da carreira e já é o terceiro melhor brasileiro na ATP", finalizou Carvalho. Os oito tenistas foram divididos em dois grupos: Grupo Alcides Procópio, com

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  A sétima edição do Rio Open apresentado pela Claro, entre 15 e 23 de fevereiro de 2020, no Jockey Club Brasileiro, tem seu primeiro jogador confirmado: o austríaco Dominic Thiem. Número 5 do mundo e vice-campeão de Roland Garros nos últimos dois anos, o tenista de 26 anos participa da competição pela quinta vez seguida.   Desde o início do evento, em 2014, o Rio Open trouxe jogadores do top 10 do ranking mundial para o público brasileiro. Em 2019, o vencedor foi o sérvio Laslo Djere, em final contra a sensação do ano, o canadense Felix Auger-Aliassime. A última edição recebeu 50 mil espectadores.   Thiem faturou o Rio Open em 2017 e tem a expressiva marca de 14 troféus na carreira, 10 deles no saibro. O austríaco é considerado o melhor especialista na superfície depois do Rei do Saibro, o espanhol Rafael Nadal, que também venceu o maior torneio da América do Sul em 2014.   A temporada de 2019 de Thiem tem grandes resultados, com destaque para mais uma decisão em Roland Garros. Na semifinal, o austríaco derrotou Novak Djokovic em um dos melhores jogos do ano. Ele também conquistou seu primeiro título de Masters 1000 na quadra dura de Indian Wells, com vitória sobre Roger Federer na final. Outros troféus em 2019 vieram agora no ATP 500 de Beijing e no primeiro semestre, no ATP 500 de Barcelona e no ATP 250 de Kitzbuhel. Com essas campanhas, Thiem se classificou para o ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores da temporada, pela quarta vez consecutiva.  "Estou vivendo um ano muito importante na minha carreira, mas já pensando em 2020, fico feliz de confirmar o meu retorno ao

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Foto: Luis Robayo/AFP/Getty Images O tênis foi um dos destaques da grande campanha do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima. O medalhista de ouro, João Menezes, seria o principal cabeça de chave da Maria Esther Bueno Cup de 2018, valendo vaga para o Rio Open, mas se machucou antes da competição. Com o título em Lima, Menezes conquistou uma vaga na Olimpíada de Tóquio, em 2020, garantindo a participação brasileira na chave de simples masculina. O mineiro de 22 anos também disputará o qualifying do US Open nesta semana e pode ser um dos brasileiros no Rio Open de 2019. No feminino, a família Meligeni mostrou novamente que tem o Pan em seu DNA. Carolina Alves, sobrinha do medalhista de ouro dos Jogos de de Santo Domingo (2003) fez semifinal em simples e foi bronze nas duplas com Luisa Stefani.
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Foto: Minas Panagiotakis/Getty Images A ascensão do canadense Felix Auger-Aliassime continua no circuito mundial. Nesta semana, o tenista de 19 anos entrou no top 20 do ranking. O vice-campeão do Rio Open ocupa a 19ª colocação e será cabeça de chave no US Open. Auger-Aliassime foi semifinalista em Miami, finalista em Lyon e Stuttgart e semifinalista em Queen's, mostrando sua versatilidade em todos os pisos. No entanto, a busca pelo primeiro titulo de ATP continua para o prodígio canadense.
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Foto: Matthew Stockman/Getty Images Último Grand Slam da temporada, o US Open começa na próxima segunda (26) com um candidato relevante ao título fora do Big 3. O russo Daniil Medvedev, de 23 anos, viveu semanas espetaculares, com vice-campeonatos no ATP 500 de Washington e no Masters 1000 de Montreal, e o seu primeiro título de Masters em Cincinnati. Medvedev é o número 5 do mundo, atrás apenas do Big 3 (Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer) e de Dominic Thiem. No primeiro semestre, ele já havia mostrado a que veio, com semifinal em Monte Carlo e final em Barcelona. Em Cincinnati, Medvedev derrotou Djokovic na semifinal de virada, com uma apresentação irretocável no terceiro set. O russo é o tenista com mais vitórias na temporada (44) e na quadra dura (31). Além disso, tornou-se o primeiro russo a entrar no top 5 desde Nikolay Davydenko. Medvedev é o campeão de Cincinnati mais novo desde Andy Murray, que tinha 21 anos quando venceu em 2008.
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Foto: Douglas Miller/Keystone/Getty Images O ano de 2019 também é importante para a história do tênis brasileiro em Wimbledon. O primeiro título de simples de Maria Esther Bueno no torneio completou 60 anos. No dia 4 de julho de 1959, nossa rainha venceu o torneio mais tradicional do mundo ao derrotar a americana Darlene Hard por 6/4 e 6/3. O torneio de Wimbledon relembrou o aniversário com um vídeo da final, que destacava o vestido ousado da "bailarina do tênis" e a premiação em que ela recebeu o troféu das mãos da Duquesa de Kent. Maria Esther viria a ganhar o título de simples de Wimbledon mais duas vezes, em 1960 e 1964, além de conquistar o tetracampeonato do US Open. Sem mencionar os títulos de duplas, categoria que fez a brasileira alcançar a marca de 19 troféus de Grand Slam.
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Foto: AELTC/Tim Clayton As últimas semanas foram de bons resultados para o casal Thiago Monteiro e Bia Haddad Maia. Os brasileiros entraram no top 100 do ranking mundial e assim garantiram a entrada direta no US Open, sem a necessidade de disputar o qualifying. Monteiro conquistou o terceiro título de challenger da carreira na última semana no saibro de Braunschweig, na Alemanha. O cearense também havia passado pelo qualifying em Wimbledon, onde enfrentou o japonês Kei Nishikori na primeira rodada da chave principal. Bia superou o quali em Londres e conseguiu a maior vitória de sua carreira em seguida. A paulista derrotou Garbiñe Muguruza, campeã de Wimbledon e de Roland Garros, por sets diretos. Mesmo parando na segunda rodada, Bia subiu o suficiente para confirmar sua presença no último Slam do ano.
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A sexta edição do Rio Open encerrou no domingo, 24, com a vitória de Laslo Djere. O canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, conquistou o público e o vice campeonato. Nas duplas, o argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry conquistaram o título de campeões. O torneio recebeu 50 mil pessoas em sete dias de evento. Quem não pode estar no Jockey Club para acompanhar, teve a opção de assistir pelo Sportv cerca de 46 horas de transmissão e 35 horas no Globo Esporte.com. O sinal da TV foi enviado para 120 países e o material produzido pelos 243 jornalistas credenciados levou todo o clima da competição para o mundo. “Estamos muito felizes com mais essa edição do torneio, que tornou-se uma das grandes atrações do Rio de Janeiro. Mais uma vez, projetamos uma imagem positiva da Cidade para todo o Brasil e para mais de uma centena de países. Conseguimos conjugar economia, atraindo grandes marcas, com uma forte atuação social sob a forma de geração de empregos, tributos para o estado, e educação de centenas de crianças e jovens. No aspecto esportivo, tivemos a grata surpresa de revelar para o Brasil e para o mundo uma nova estrela do tênis mundial, o mais jovem atleta da história do tênis a figurar entre os cem melhores do mundo. Por tudo isso, consideramos essa edição um grande sucesso”, diretora do Rio Open, Márcia Casz. Uma das grandes novidades dessa edição foi o relógio de saque – shot clock – que controla o tempo e impede que tenistas excedam os 25 segundos para sacar.  Na La Boutique, loja oficial do evento, vários produtos esgotaram, como pop socket, imã da quadra, chaveiro de raquete

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