Fevereiro sem Rio Open não é fevereiro. Com estreia marcada para o dia 11, na plataforma NOW e narração de Glenda Kozlowski, o maior torneio de tênis da América do Sul, o Rio Open terá um documentário para chamar de seu: o Rio Open DOC., que  contará um pouco da história dos sete anos do ATP 500, relembrando os jogos emocionantes e os momentos inesquecíveis que marcaram o Rio Open, que, por conta da pandemia da COVID-19, teve a edição deste ano suspensa. Confira o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=dl8P1NTwddg “Desde o início, fomos sentindo que  o material gerado durante a história do Rio Open mereceria uma celebração. Coincidiu de ficar pronto em um momento desafiador e de dificuldade pra todo mundo.  O Rio Open Doc. é uma mensagem de superação, de crença na vitória, de grandes viradas que o esporte proporciona. Que as pessoas encontrem inspiração e diversão com a memória de um evento que continuará trazendo esta mensagem”, diz Marcia Casz, diretora do Rio Open. O documentário contará a vitoriosa trajetória do torneio que já atraiu grandes nomes do tênis mundial e viu Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere e Cristian Garin levantarem o cobiçado troféu de campeão. Nas sete edições, o público também pode ver outros grandes destaques do esporte em ação, como Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfils e Fabio Fognini, além do surgimento de novas estrelas que impactaram o circuito, como Felix Auger-Aliassime, Carlos Alcaraz, Casper Ruud, Thiago Monteiro e Thiago Wild. O filme relembrará momentos inesquecíveis da competição, como o duelo épico entre Nadal e Pablo Andujar, a primeira vitória de Fognini sobre o Rei do Saibro, e

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Em função do cenário de incerteza com relação à pandemia provocada pelo coronavírus, a IMM Esporte e Entretenimento, em conjunto com ICT (Instituto Carioca de Tênis), decidiu não realizar a oitava edição do Rio Open em fevereiro/2021. No momento, a organização do torneio está em contato com a Associação de Tenistas Profissionais (ATP), responsável pela definição do calendário do circuito de tênis, a fim de verificar a possibilidade de destinação de uma nova data para realização do Torneio em 2021. Desde o começo da pandemia, a IMM também tomou a decisão de suspender a realização de todos os eventos com presença de público, como foi o caso da edição presencial da São Paulo Fashion Week e do festival gastronômico Taste. As regras de governança e as políticas internas da empresa privilegiam a mitigação de riscos que possam ameaçar a integridade do público que nos privilegia com sua presença, e a reputação das marcas dos nossos parceiros. A determinação foi de que só voltaríamos a realizar eventos quando fosse possível estabelecer protocolos que assegurassem a segurança de colaboradores, fornecedores e das pessoas que nos confiam seu momento de lazer. Como ainda não foi possível efetivar essas medidas, não restou outra medida a não ser a não realização do Rio Open em fevereiro.   "A IMM tem rígidos processos de governança, compliance e gestão de riscos. Nossas políticas estabelecem rígidos processos de avaliação de riscos em todos os nossos negócios. De acordo com esses critérios, a realização de eventos do porte dos nossos em meio a pandemia trazia riscos de diversas naturezas, sendo o principal a saúde das pessoas. Diante disso, tomamos a decisão de cancelar os eventos”, diz Alan Adler, presidente

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  O Rio Open apresentado pela Claro é o mais novo parceiro de Roland Garros, o prestigiado Grand Slam francês e mais importante torneio de tênis disputado no saibro do mundo. A iniciativa Roland Garros Pro Series, desenvolvida pela Federação Francesa de Tênis, visa promover o esporte no saibro e, para isso, se aliou com torneios disputados na mesma superfície em todo o mundo. O maior torneio de tênis da América do Sul é um dos primeiros a se associar ao tradicional campeonato parisiense. Somando ao Rio Open, os ATPs 250 de Buenos Aires e Lyon, o ATP 500 de Barcelona e o WTA International de Estrasburgo também se uniram a Roland Garros em busca da promoção desta superfície tão importante para a história do tênis. Além de estabelecer novas amizades com diversos parceiros internacionais, os torneios poderão colaborar na criação de conteúdos exclusivos e também na organização de eventos conjuntos. “Com a Roland-Garros Pro Series, a FFT atingiu um novo marco na promoção do tênis jogado no saibro. Com 165 clubes de tênis amador afiliados à FFT na França, agora estamos estreitando laços com o tênis profissional. Estamos cumprindo nosso papel de campeonato mundial de saibro”, explicou Bernard Giudicelli, presidente da FFT. “A celebração dessa parceria de Roland Garros com o Rio Open é motivo de muito orgulho para todos nós.  É mais um marco importante na nossa trajetória. Roland Garros sempre foi uma referência. Vejo essa parceria como mais uma oportunidade de evolução, de aprimoramento para que possamos fazer um Rio Open cada vez melhor.” disse Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.Luiz Carvalho, diretor do Rio Open, complementou: “Essa é uma parceria que só vem reforçar a relevância do Rio

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https://www.youtube.com/watch?v=gl8k_J3KzzM O Rio Open apresentado pela Claro, maior evento de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil, passa a ser um evento carbono neutro, ganhando inclusive o reconhecimento da ONU. Numa iniciativa da ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, as emissões de mais de 400 toneladas de CO2 geradas pelo Rio Open em sua sétima edição, que ocorreu nos dias 15 e 23 de fevereiro deste ano, foram compensadas com créditos de carbono. A ação, que faz parte da plataforma de sustentabilidade do torneio, Rio Open Green, foi reconhecida com um certificado da ONU (Organização das Nações Unidas) por todo o trabalho feito de forma voluntária e significativa no impacto com o meio ambiente. "O Rio Open tem um compromisso com o Rio de Janeiro e com as pessoas que vivem aqui. Esse compromisso está traduzido no apoio a projetos sociais que proporcionam educação e saúde para mais de 500 crianças e adolescentes. Está presente também nos empregos que geramos, e nos R$ 130 milhões de reais que os negócios relacionados ao torneio movimentaram na Cidade este ano. Agora, estendemos nosso compromisso para a questão ambiental, com a neutralização das emissões de carbono geradas pelo evento, iniciativa que teve o reconhecimento da ONU. O Rio Open passa a ser um evento carbono neutro, e em linha com as demandas da sociedade, que cada vez cobra mais compromissos socioambientais das empresas e das organizações", diz, Márcia Casz, diretora geral do torneio. “Essa parceria inédita entre a ENGIE e o Rio Open contribui para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ENGIE tem como propósito agir para

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Fãs do tênis poderão participar através do site rioopen.playforacause.com.br. A partir desta segunda-feira, dia 22, será leiloado um pacote de Experiência Rio Open 2021. Valor será destinado a projetos sociais apoiados pelo maior torneio de tênis da América do Sul Sempre acreditando no esporte como uma importante ferramenta de transformação social, o Rio Open se uniu à Play For a Cause com o objetivo de contribuir no combate à crise causada pela pandemia de Covid-19 no Brasil. Para isso, será realizado o leilão  de uma experiência única na edição de 2021, que será convertido em ajuda aos projetos sociais apoiados pelo maior torneio de tênis da América do Sul. “Para nós do Rio Open, o esporte é uma poderosa ferramenta para melhorar a saúde e a educação das pessoas. Por isso, estamos muito felizes com essa parceria com a Play for a Cause, que vai ajudar na manutenção de projetos esportivos que contemplam centenas de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, em um momento tão delicado”, diz Márcia Casz, diretora geral do Rio Open. “Nosso objetivo principal é mostrar que a paixão pelo esporte pode gerar um impacto muito maior e gerar recurso para impactar diretamente a sociedade. O Rio Open é o primeiro evento esportivo que oficializa essa parceria com a Play For a Cause, mostrando que eles estão alinhados com nosso objetivo e que sua preocupação também vai além das linhas da quadra. Esperamos que essa parceria seja exemplo para que outros eventos esportivos percebam que podemos, juntos, fazer do esporte uma grande ferramenta de transformação social”, pontuou André Georges, fundador da Play For a Cause. A partir desta segunda-feira (22), os fãs do tênis poderão participar do leilão no site rioopen.playforacause.com.br e

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CLIQUE AQUI PARA REEMBOLSO DA PULSEIRA CASHLESS O Rio Open apresentado pela Claro reforçou sua importância para o calendário do tênis com grandes nomes do esporte em quadra, diversas atrações para o público fora dela e o incentivo para crianças e jovens de projetos sociais com o Rio Open Kids e o Torneio Winners. O chileno Cristian Garin foi o grande campeão neste domingo, dia 23, no Jockey Club Brasileiro, com o italiano Gianluca Mager com o vice-campeonato. Nas duplas, o espanhol Marcel Granollers e o argentino Horacio Zeballos ficaram com o título ao vencerem italianos Salvatore Caruso e Federico Gaio. Pela primeira vez as partidas do qualifying foram transmitidas no site do evento, com as disputas das quadras Guga Kuerten, 1, 2 e 4 do complexo. Fora das quadras, o maior torneio de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil reuniu 50 mil pessoas no Jockey Club Brasileiro. Quem não pode estar no Jockey Club para acompanhar, teve a opção de assistir pelo SporTV mais de 60 horas de transmissão e cerca de 58 horas no Globoesporte.com. O sinal da TV foi enviado para mais de 190 países e o material produzido pelos 257 jornalistas credenciados levou todo o clima da competição para o mundo. “O público compareceu em peso ao Jockey. Essa sétima edição foi bastante positiva e nos mostrou como fomos abraçados pelo Rio de Janeiro. O Rio Open está consolidado como um evento obrigatório no calendário da cidade nesta época do ano. Cariocas e turistas de outras regiões e países lotaram o espaço desde o início, transformando o Leblon Boulevard em uma verdadeira mistura de sotaques e idiomas”, afirma Marcia Casz, diretora

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O chileno Cristian Garin conquistou a edição 2020 do Rio Open apresentado pela Claro, o maior título da sua carreira, ao derrotar neste domingo o italiano Gianluca Mager por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (3) e 7/5, em 1h35. Pela vitória, o chileno de 23 anos recebeu premiação de R$ 1.561.487 e 500 pontos, ficando pela primeira vez entre os top 20 do ranking mundial. O Rio Open é o maior torneio de tênis da América do Sul. Integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 do calendário - apenas três são no saibro -, e é o único ATP do país. O super domingo da sétima edição do Rio Open teve as duas finais - simples e duplas - e a continuação dos jogos das semifinais, adiados por causa da chuva no sábado. Garin, que conquistou o quarto título da carreira em um ano, venceu na semi o croata Borna Coric por 6/4 e 7/5. E Mager, responsável por eliminar o austríaco Dominic Thiem, venceu na semi o húngaro Attila Balazs por 7/6 (4), 4/6 e 7/6 (2). "Estou muito emocionado, foi uma semana incrível, especial, a mais importante da minha carreira, vou lembrar para sempre. Vencer aqui significa muito para mim, conquistar um torneio dessa magnitude me dá confiança para seguir em frente", disse Garin, cabeça de chave número 3 do Rio Open e que conquistou a nona vitória seguida - foi campeão em Córdoba há duas semanas. "Receber o troféu das mãos de Guga significa muito, algo que nunca imaginei na minha vida. É por momentos assim que me sacrifico todos os dias." Mesmo após a maratona de jogos, Garin e Mager

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O argentino Horacio Zeballos e o espanhol Marcel Granollers, cabeças de chave número 3, venceram os italianos Federico Gaio e Salvatore Caruso por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 5/7 e 10/7, neste domingo, e conquistaram o título da chave de duplas do Rio Open apresentado pela Claro. Foi o segundo título seguido da dupla - venceram em Buenos Aires há uma semana - e o primeiro no ATP 500 do Rio. Eles também têm juntos o título do Masters 1000 do Canadá e o vice-campeonato do US Open, ambos em 2019. Pelo título, a dupla recebeu premiação de US$ 114.200, e 500 pontos no ranking. "Vencer um torneio importante como esse nos dá confiança de que estamos indo pelo caminho certo", disse Granollers. Zeballos, número 4 do mundo e que agora soma 14 títulos de duplas na carreira, também comemorou a conquista. "Tive uma linda carreira nas simples (foi 39º e ganhou um título) e não imaginava chegar onde estou nas duplas. Não me arrependo de nada nas simples, mas estava longe de ficar próximo dos top 10. Por outro lado, nas duplas estou melhor do que pensava. Ainda sou jovem e tenho muitos desafios pela frente, jogar finais de Grand Slam, disputar um Finals...", disse o tenista de 34 anos. Já os italianos Gaio e Caruso comemoraram a chance de lutar pelo título no Rio, a primeira final de ATP dos dois juntos. "Quando chegamos aqui, ficamos na dúvida se íamos jogar juntos ou não. Disputamos o qualifying, entramos na chave, e chegamos na final. Somos amigos, nos conhecemos bem e vivemos uma semana especial aqui", disse Gaio. Os campeões Zeballos e Granollers venceram na semifinal

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  Os atletas brasileiros cadeirantes Ymanitu Silva, décimo colocado do ranking mundial na categoria Quad, e Daniel Rodrigues, 12º da categoria Open, disputaram uma partida exibição com seus técnicos neste domingo, no Rio Open apresentado pela Claro. Rodrigues e Sérgio Afonso venceram Silva e Bruno Baptista por 6/3. A partida teve o objetivo de dar visibilidade aos atletas cadeirantes para os Jogos Paralímpicos Tóquio 2020. A ação é uma parceria do Rio Open, Fila e Confederação Brasileira de Tênis (CBT). Rodrigues, de 33 anos, é o primeiro colocado no ranking brasileiro e medalhista de prata e de bronze nos Jogos Parapan-americanos Toronto 2015. Portador de malformação congênita nas pernas, jogava futebol de muletas, quando um professor o encaminhou para o tênis em cadeira de rodas. Na época tinha 19 anos. No ano passado, Rodrigues venceu o Aberto da Suíça. Silva, de 36 anos, foi quinto colocado nos Jogos do Rio 2016 e vice-campeão de duplas em Roland Garros no ano passado. O atleta jogava tênis desde criança e sofreu um acidente de carro aos 24 anos, quando teve uma lesão na coluna cervical. Na decisão em Roland Garros, a primeira de um cadeirante do país em Grand Slam, Silva contou com a torcida do tricampeão Gustavo Kuerten na arquibancada.    
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O chileno Cristian Garin derrotou o croata Borna Coric por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/5, na tarde deste domingo, e vai disputar o título do Rio Open apresentado pela Claro contra o italiano Gianluca Mager, que venceu o húngaro Attila Balazs por 7/6 (4), 4/6 e 7/6 (2). A decisão será ainda neste domingo, às 17h30, na quadra central. As semifinais também foram hoje por causa da chuva que adiou as partidas de sábado. A final contra Mager, responsável por eliminar o austríaco Dominic Thiem nas quartas, será a quinta da carreira de Garin, e a primeira de um ATP 500. Cabeça de chave número 3, o chileno de 23 anos, vive a melhor fase da carreira, com três títulos conquistados nós últimos 11 meses, e a campanha no Rio vai deixá-lo mais perto do top 20. O chileno entrou no jogo deste domingo, contra o ex-número 12 do ranking, tendo vencido o primeiro set por 6/4 e com empate no segundo por 4 a 4. "O dia de ontem foi muito longo, estava cansado, então foi bom que a partida foi adiada para hoje. Melhor que não avançou para o terceiro set. Estou contente por alcançar minha quinta final, mas decisões são para serem vencidas, e preciso entrar muito concentrado para dar o meu melhor em quadra", disse Garin, que conquistou a oitava vitória seguida - foi campeão em Córdoba há duas semanas. Coric fez uma avaliação positiva da sua participação no torneio. "Ele jogou muito bem, estava confiante, mas deixo o torneio feliz por ter jogado bem, melhor do que no início da temporada. Foi uma ótima experiência vir para o Rio, conhecer

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