A oitava edição do Rio Open apresentado pela Claro foi palco de uma grande conquista no tênis, neste domingo, na quadra Guga Kuerten lotada no Jockey Club Brasileiro. O espanhol Carlos Alcaraz venceu o argentino Diego Schwartzman por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 6/2, e aos 18 anos se tornou o mais jovem campeão de um ATP 500. O recorde pertencia ao italiano Jannik Sinner, que aos 19 anos venceu em Washington, no ano passado. O Rio Open é o maior torneio de tênis da América do Sul e é o único ATP do país. Com o título no Brasil, o segundo da sua carreira - o primeiro é o do ATP 250 de Umag 2021 -, Alcaraz vai alcançar o top 20 pela primeira vez. O espanhol chama atenção no circuito mundial desde muito jovem. O primeiro ponto no ranking veio aos 14 anos e 9 meses. Já a primeira vitória em um torneio nível ATP foi em sua estreia no Rio Open, em 2020, quando tinha 16 anos. Diante dessas conquistas, é inevitável a comparação com o compatriota Rafael Nadal, o maior vencedor de Grand Slams. "Meu objetivo agora é não sair mais do top 20, seguir subindo e essa conquista me dá motivação para isso. Tenho sonhos grandes, ser número 1, conquistar Grand Slams, medalhas olímpicas. As pessoas têm grandes expectativas em relação a mim. Mas tanto eu como minha equipe sabemos os sacrifícios que têm que ser feitos. Sei que estou no caminho no certo, se me manter assim terei oportunidades", disse Alcaraz, ,que pelo título recebeu a premiação de R$ 1.629.338. O troféu foi entregue pelo secretário especial de esporte do Ministério

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Os italianos Fabio Fognini e Simone Bolelli venceram o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray, na noite desde domingo, por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 6/7 (2) e 10/6, e conquistaram o título do Rio Open apresentado pela Claro. O Rio Open faz parte do seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 do calendário - apenas três são no saibro -, e é o único ATP do país. O título do Rio Open foi o quarto dos italianos no circuito, o primeiro de ATP 500. Eles já foram campeões do Australian Open, em 2015, Buenos Aires 2013 e Umag 2011. Em 2017, fizeram parceria no Rio Open e perderam na primeira rodada. A vitória sobre os brasileiros foi a terceira no circuito, todas neste ano - as outras foram no Australian Open e em Sydney. "Foi uma semana difícil, com muitos jogos, por isso estou muito feliz com esse título. Simone é como um irmão mais velho para mim. O torneio no Rio é lindo, gosto muito de vir, do Brasil", disse Fognini, que também foi vice-campeão de simples em 2015. Nesta edição, foi eliminado pelo campeão Carlos Alcaraz, na semifinal. Fognini repetiu o feito dos espanhóis Pablo Carreño Busta e Fernando Verdasco, que também foram vice em simples - 2017 e 2018, respectivamente - e conquistaram título nas duplas. Carreño Busta, com o uruguaio Pablo Cuevas em 2017, e Verdasco com o espanhol David Marrero, em 2018. Já Cuevas tem um título de simples (2016) e um de duplas (2017). Os italianos fizeram dois jogos neste domingo por causa da chuva que caiu na quinta e na sexta. Eles venceram na semifinal o

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Os italianos Fabio Fognini e Simone Bolelli venceram o mexicano Santiago Gonzalez e o argentino Andres Molteni, neste domingo, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (4) e 6/2, e estão na final de duplas do Rio Open apresentado pelo Claro. Os italianos enfrentarão o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray, ainda neste domingo, após a decisão de simples entre o espanhol Carlos Alcaraz e o argentino Diego Schwartzman. A semifinal também foi agendada para este domingo porque choveu na quinta-feira e alguns jogos foram adiados. Fognini também jogou simples e disputou duas partidas na sexta, sendo eliminado na semi por Alcaraz. Os italianos têm retrospecto favorável contra Bruno e Murray. Foram duas vitórias neste ano, no Australian Open e Sydney. É a segunda vez que eles jogam juntos no Rio - perderam na primeira rodada em 2017. Fognini e Bolelli têm três títulos juntos, sendo o mais importante o Australian Open de 2015. Molteni e Gonzalez, eliminados pelos italianos, estavam embalados por dois títulos nas últimas semanas – Buenos Aires e Córdoba. Já Bruno tem três títulos de Grand Slam nas duplas – US Open 2020, Australian Open e US Open 2016, estes dois últimos com Murray. Esta é a terceira vez que ele joga no Rio com o britânico, e a primeira vez que alcança a final. Juntos conquistaram 12 títulos no total, e Bruno tem 35 em toda a carreira. A final do Rio Open será a 23ª da dupla. Eles retomaram a parceria no ano passado e já ganharam dois troféus – St. Petersburgo e Melbourne, além de serem vice no US Open. O Brasil teve representantes na final de duplas em

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A grande final do Rio Open apresentado pela Claro, entre o argentino Diego Schwartzman e o espanhol Carlos Alcaraz, neste domingo, às 17h30, no Jockey Club Brasileiro, será marcante. O argentino, número 14 do ranking mundial, pode ser o primeiro bicampeão do maior torneio de tênis da América do Sul. Do outro lado, o jovem de 18 anos busca seu primeiro título de ATP 500 para subir mais um degrau numa carreira de enorme potencial. Será a primeira partida entre os dois no circuito mundial. Para chegar à decisão, eles tiveram que vencer duas partidas neste sábado por causa da chuva que caiu na sexta e adiou os jogos. Alcaraz passou pelos italianos Fabio Fognini (6/2 e 7/5) e Matteo Berrettini (6/2, 2/6 e 6/2), e Schwartzman eliminou o compatriota Francisco Cerundolo (7/6 (4) e 6/3) e o espanhol Pablo Andujar (7/6 (3), 4/6 e 6/4). O jovem espanhol tem boas recordação das quadras do Rio. Foi na edição 2020 que ele venceu sua primeira partida nível ATP, quando tinha 16 anos. A vitória sobre Berrettini nas quartas foi a quarta dele diante de um tenista top 10. "Não foi fácil jogar dois jogos difíceis no mesmo dia, me surpreendi por aguentar. Muito feliz de estar na minha primeira final de ATP 500, e enfrentar o Diego. Amanhã tentarei usar a juventude a meu favor", disse o atual número 29º do mundo, e que já tem um título na carreira, o ATP 250 de Umag 2021.  "A torcida de hoje foi impressionante, tirei força deles, jogar no Brasil e sentir isso não entendo, é espetacular pra um argentino", disse Schwartzman, campeão do Rio Open em 2018. "Agora é descansar e me

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No duelo argentino pela semifinal do Rio Open, na noite deste sábado, Diego Schwartzman levou a melhor sobre Francisco Cerundolo, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (4) e 6/3, e alcançou pela segunda vez na carreira a grande final do maior torneio de tênis da América do Sul. Campeão em 2018, o atual número 14 do ranking mundial pode ser o primeiro tenista a vencer o ATP 500 do Rio pela segunda vez. Schwartzman aguarda o vencedor da partida entre o espanhol Carlos Alcaraz e o italiano Fabio Fognini, ainda nesta noite. "A torcida de hoje foi impressionante, tirei força deles, jogar no Brasil e sentir isso não entendo, é espetacular pra um argentino", disse Schwartzman. "Fizemos um esforço enorme para jogar. Venci o primeiro set, ele caiu mentalmente e eu me aproveitei. Agora é descansar e me preparar para amanhã. Tomara que o jogo entre Alcaraz e Fognini termine tarde, eles durmam mal, para eu fazer um bom jogo", brincou. Por causa da chuva que caiu na sexta-feira, os jogadores tiveram de fazer rodada dupla. Antes de vencer Cerundolo, Schwartzman venceu o espanhol Pablo Andujar 7/6 (3), 4/6 e 6/4, nas quartas. Foi a terceira vitória dele sobre Cerundolo no circuito. Schwartzman foi vice-campeão na semana passada, em Buenos Aires. O argentino tem quatro títulos na carreira, sendo o Rio Open o mais importante. No retrospecto, leva vantagem sobre Fognini, com duas vitórias em três jogos, a última delas no piso rápido de Vienna, em 2021. Contra Alcaraz será a primeira vez que se enfrentam. A final deste domingo é a terceira dele em um ATP 500 - também foi vice em Vienna 2019.
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O público que foi ao Jockey Club Brasileiro neste sábado, assistir ao Rio Open, teve a oportunidade de ver também uma partida exibição de tênis em cadeira de rodas. Os atletas paraolímpicos Daniel Rodrigues, Ymanitu Silva e Meyricoll Duval, e o treinador Léo Butija mostraram um pouco da modalidade. "É muito importante essa iniciativa do Rio Open e da Fila de promoverem o tênis em cadeira de rodas, de a gente estar num torneio desse, mostrando nossa modalidade", disse Rodrigues, que já foi a três Paraolimpíadas, e tem como melhor resultado a semifinal da categoria Open em Londres-2012. Silva é da categoria Quad e tem como melhor resultado o quinto lugar nas Paraolimpíadas do Rio 2016. Já Duval foi à segunda rodada nas Paraolimpíadas de Tóquio 2020, disputada no ano passado devido à pandemia.
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A noite do Rio Open também foi marcada pela homenagem da organização para o ex-jogador Flávio Saretta. Como vem fazendo desde a primeira edição, reconhecendo as conquistas dos grandes nomes do tênis brasileiro, o Rio Open preparou um vídeo relembrando momentos da carreira do ex-número 44 do ranking mundial, com depoimentos de pessoas importantes na sua vida, como Gustavo Kuerten e Fernando Meligeni. O treinador João Soares, responsável por formar Saretta, e Ricardo Acioly, diretor de relações do Rio Open, entregaram uma placa comemorativa ao ex-jogador. Na plateia, sua esposa Suzana Alves e os filhos Felipe e Benjamim prestigiaram o momento. "Fazia muito tempo que eu não entrava numa quadra de tênis com tanta gente, até me deu saudades dos jogos. É a primeira homenagem que eu recebo, emoção forte para mim. Agradeço à organização, é importante esse gesto porque o Brasil não valoriza seus ídolos e atletas. Me sinto honrado", disse Saretta, de 41 anos. Saretta nasceu em Americana, interior de São Paulo, e foi contemporâneo do Guga. É considerado um dos melhores tenistas do Brasil. Foi o 12º colocado do ranking juvenil, e em 2003, teve o melhor ano da carreira. Em Roland Garros, derrotou o russo Yevgeny Kafelnikov, ex-número 1 do ranking, e atingiu as oitavas de final, sendo superado pelo multicampeão americano Andre Agassi. Em Wimbledon, mais uma boa campanha e mais uma vitória surpreendente. Saretta derrotou o sueco Thomas Johansson, campeão do Australian Open no ano anterior e então 11º do mundo, com 12/10 no quinto set, e parou na terceira rodada do Grand Slam londrino. Em 2004, conquistou seu único título de ATP, no torneio de Umag, na chave de duplas ao lado do

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O jovem espanhol Carlos Alcaraz continua fazendo história no Rio Open apresentado pela Claro. Na noite deste sábado, o tenista de 18 anos derrotou o italiano Matteo Berrettini, número 6 do ranking mundial, por 2 sets a 0, com parciais de 6/2, 2/6 e 6/2, pelas quartas de final. Ainda hoje, o espanhol enfrentará o italiano Fabio Fognini em busca de sua primeira final de um torneio nível ATP 500. Fognini, vice-campeão do Rio Open 2015, garantiu a vaga na semi com a vitória sobre o argentino Federico Coria por 6/4 e 6/2. Será o primeiro duelo entre Alcaraz e Fognini no circuito. O melhor resultado de Alcaraz em um ATP 500 foi a semifinal em Vienna, no ano passado, curiosamente com vitória sobre Berrettini nas quartas. O jovem espanhol tem boas recordação das quadras do Rio. Foi na edição 2020 que ele venceu sua primeira partida nível ATP, quando tinha 16 anos. Já Fognini, de 34 anos, não disputa uma semifinal desde o Masters 1000 de Montecarlo em 2019, quando acabou campeão. "Sabia que seria um jogo difícil, tive que me recuperar após perder o segundo set, e estou muito feliz de chegar na semifinal. Fabio está jogando muito bem, agora vou descansar um pouco e espero contar com o apoio da torcida contra ele", disse o espanhol, 29º do ranking, que havia perdido de Berrettini no quinto set, na terceira rodada do Australian Open, em janeiro. Foi a primeira participação de Berrettini no Rio Open, na cidade onde sua avó Lúcia nasceu. O italiano deixou o torneio feliz com a experiência. "Ontem (sexta) consegui vencer depois da parada por causa da chuva, mas hoje não deu. Carlos jogou

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O Brasil tem um finalista no Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul. Depois de bater na trave em cinco edições, Bruno Soares garantiu a vaga em sua primeira final da competição. Com a quadra 1 lotada, ele e o parceiro, o britânico Jamie Murray, venceram neste sábado os campeões de 2020 e favoritos ao título, o argentino Horacio Zeballos e o espanhol Marcel Granollers, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 6/2, e terão pela frente neste domingo, ainda em horário a ser definido, os vencedores da partida entre os italianos Fabio Fognini e Simone Bolelli e o mexicano Santiago Gonzalez e o argentino Andres Molteni. O Brasil teve representantes na final de duplas em duas edições do Rio Open - em 2014, Marcelo Melo e o espanhol David Marrero foram vice, mesmo resultado de Rogério Dutra Silva e Thomaz Bellucci em 2019. Bruno fez cinco semifinais do torneio, duas ao lado de Murray, em 2017 e 2018. "É muito especial estar na final aqui, é por esses momentos que eu ainda jogo tênis. Tenho a chance de vencer em casa uma vez por ano, porque só temos um torneio ATP no Brasil. Poder concretizar isso amanhã, na frente da torcida, dos meus amigos e familiares, vai ser uma das maiores conquistas da minha carreira. Difícil comparar com um Grand Slam, mas será maior do que ganhar um Masters 1000. Se eu pudesse escolher entre ganhar Indian Wells e Rio Open, não tenho dúvida de que prefiro o Rio Open", disse o tenista de 39 anos. Murray está confiante para a decisão. "Viemos aqui para vencer o torneio, e faremos o melhor para

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O italiano Fabio Fognini derrotou o argentino Federico Coria, neste sábado, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2, e está na semifinal do Rio Open apresentado pela Claro. O vice-campeão de 2015 lutará pela vaga na final ainda hoje contra o vencedor da partida entre o italiano Matteo Berrettini e o espanhol Carlos Alcaraz. Além da chave de simples, Fognini está na semifinal de duplas com o compatriota Simone Bolelli. Eles enfrentarão o mexicano Santiago Gonzalez e o argentino Andres Molteni, ainda neste sábado, não antes das 17h. Os jogadores terão de fazer mais de um jogo por causa da chuva que caiu na sexta e adiou partidas. Querido dos fãs por seu jeito descontraído, e pela habilidade com a raquete, Fognini tem uma vitória e uma derrota contra Berrettini no circuito - o último encontro foi no Masters 1000 de Madrid  do ano passado, com vitória do italiano. Já contra Alcaraz, seria o primeiro duelo entre os dois. O italiano de 34 anos não disputa uma semifinal desde o Masters 1000 de Montecarlo em 2019, quando acabou campeão. "Estou muito feliz porque fazia um tempo que não alcançava um bom resultado como esse. Berrettini é um top 10, e Alcaraz logo também será. Espero um jogo bem difícil não importa o adversário", disse o italiano.
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